O vibrador de minha esposa
Tudo começou quando eu encontrei o vibrador de minha esposa no quarto de minha filha.
Quase que de imediato, me perguntei o que aquele consolo estava fazendo alí e fiquei revoltado quando imaginei que minha mulher o tivesse esquecido jogado pela casa. Certamente minha esposa teria abandonado o aparelho de forma irresponsável em qualquer lugar e nossa filha o teria achado acidentalmente.
_Olha o que encontrei no quarto de Alexia.
Falei ao jogar o enorme vibrador no sofá, bem ao lado de minha mulher.
_Melhor você tomar mais cuidado com as suas coisas.
Ela olhou o objeto e depois me fitou por cima dos óculos. Eu conhecia aquela expressão melhor do que ninguém e sabia o que significava. Com aquele olhar seco e soberbo ela queria dizer eu estava fazendo uma tempestade em um copo d´água.
_Pode parar, já vai começar?! Disse minha esposa.
_Começar o quê? Eu encontrei um vibrador no quarto da nossa filha, dá pra você entender isso? Falei bem nervoso e com a voz alterada.
_Pra início de conversa, sua filha não é mais uma menininha, ela já tem 19 anos, é uma mulher. Não vejo motivos para você fazer esse drama todo. E em segundo lugar: pare de me culpar pelo que você não sabe. Eu não deixei meu vibrador jogado pela casa. Eu mesma emprestei pra ela.
Escutar a voz de minha esposa suave e calma dizendo aquela coisa tão absurda fez meu mundo cair.
Eu não podia acreditar. Em poucos segundos, minha filha, minha linda fada cacheada, tinha entrado para o mundo cruel dos adultos. Tudo bem que eu já havia percebido que seu corpo já era de mulher fazia tempo. Mas era difícil aceitar que ela pudesse colocar aquele caralho enorme dentro da própria buceta, só em pensar isso já me arrepiava todo.
Demorei uns minutos para oxigenar o cérebro e colocar as ideias em ordem. Ela tinha emprestado mesmo um vibrador pra minha filhinha? Que tipo de mãe empresta um consolo para sua própria filha? Engoli um seco e tentei digerir aquela surpresa, que para o meu azar, não era a única.
_E tem mais... – Retomou ela.
_Eu mesma ensinei ela a usar.
_O quê?
_Sim querido. Na primeira vez que ela pediu emprestado, me senti na obrigação de mostrar a ela como deveria usar o vibrador. Esse aparelho é enorme, fiquei com medo que ela se machucasse.
_Está me dizendo que você usou na frente dela?
_Exatamente. Usei e mostrei como ela deveria fazer, depois pedi que ela experimentasse na minha frente para que tivesse certeza que havia aprendido.
_Mas, ela é sua filha. Isso é bizarro.
_Pode parar com esse drama. Deixa de frescura. –_Minha esposa fez uma pequena pausa, pegou o vibrador e começou a estudá-lo com muito interesse, antes de continuar.
_Ela queria experimentar e eu ensinei. Se não fosse eu seria uma amiga qualquer ou alguém desconhecido, quem sabe?! Fiz minha escolha e achei mais prudente ensiná-la.
Fizemos uma breve pausa e consegui pensar melhor no que ela havia dito.
Apesar de incomum e até estranho, ela tinha razão, se não fosse ela outra pessoa ensinaria usar aquela coisa. E que tipo de perigos nossa filha poderia estar exposta? Ela acabaria compartilhando o consolo com uma pessoa da rua, poderia até adquirir uma DST.
Ela estava certa e eu admiti.
Minha esposa levantou e sorriu. Um sorriso meigo e cheio de ternura, bem diferente da sua expressão soberba de antes.
Minha esposa é linda e companheira. Nunca me arrependi de termos nos casado. Naquela época ela era uma jovem mãe de 38 anos, mas parecia ter no mínimo 5 anos há menos. Minha esposa era bem apresentada e cheia de curvas, uma cavala, de bunda e coxas bem grandes. Seus seios eram médios, mas eram durinhos como de uma moça de 18. Com toda essa saúde e parceria, posso afirmar que era a mulher da minha vida. E por mais que eu me zangasse com ela às vezes, nós sempre nos acertávamos.
Lágrimas em meus olhos falaram por si só e sem precisar dizer mais nenhuma palavra, Amanda me abraçou e me deu seu ombro para chorar.
_Nossa filha já é uma mulher, meu amor. –Sussurrou Amanda em meu ouvido.
Foi quando aconteceu... Em meio às lágrimas, e mesmo após ter me explicado suas intenções, aquilo começou a me parecer perturbador. Não pude deixar de imaginar mãe e filha, ambas nuas e com suas peles cor de jambo reluzentes de suor. Os cabelos cacheados, naquela ocasião certamente estariam desgrenhados e cheirando a sexo, cobrindo suas faces, enquanto os sorrisos libertinos eram as únicas coisas que escapavam das emaranhadas crinas. Poderia até supor o dialogo entre mãe e filha.
_Aqui querida, é só colocar na entrada e apertar bem devagar.
_Desse jeito mãe?
_Isso querida, pode colocar mais fundo se quiser, não tenha medo. Isso é bom demais...
Fiquei pensando sobre essa suposta cena de lesbianismo incestuoso até a noite seguinte. Se elas usavam o vibrador juntas, sabe-se lá o que mais elas poderiam estar fazendo. Talvez elas se acariciassem ou ainda pior... Imaginei Alexia e Amanda deitadas em nossa cama massageando o clitóris da outra com a língua bem encharcada, enquanto introduziam um dedo bem fundo em suas bucetas.
“Uma mãe não faria isso com a própria filha, não seja ridículo”; Repreendi-me envergonhado.
Naquela noite, enquanto jantávamos, não consegui olhar mais para minha filha da mesma forma. Lá estava ela, sentada bem na minha frente e comendo delicadamente o espaguete. Ela usava um vestidinho rosa bem curtinho por sinal. Estaria sem calcinha? Imaginei sua bucetinha por baixo daquele vestido. Estaria molhada? Talvez antes mesmo do jantar elas tivessem revezado o uso daquele grosso vibrador. O aparelho deveria estar quente e encharcado com a mucosa das duas vaginas.
_Está tudo bem pai? O senhor parece estranho hoje? Perguntou Alexia com um rostinho bem confuso.
_Estou sim querida. Só estava pensando no trabalho.
Minha esposa parou de lavar a louça e me olhou desconfiada. Envergonhado, virei o rosto e tratei de terminar logo aquela comida.
Com o passar dos dias as teorias do incesto entre as duas começaram a me assombrar. Eu pensava sobre elas o tempo todo, no trabalho, quando dirigia, antes de dormir e quando acordava. Estava me tornando obsecado. Certa noite, sonhei que elas estavam peladas na sala dividindo vibrador. No sonho, minha esposa introduzia o aparelho dentro da filha, depois retirava e chupava toda a extensão do objeto, antes de enterrá-lo novamente em nossa filha.
Acordei todo suado e muito perturbado com aquele sonho incestuoso. Olhei para meu pau: estava duro como uma rocha. Onde estava minha esposa? Para meu alívio, ela não estava transando com a própria filha, mas sim deitada ao meu lado na cama.
Nesse momento senti raiva de mim por duvidar da moralidade de minha esposa. Que pervertido eu era.
_O que está fazendo, querido? Vai dormir!
Ela acordou.
_Não... Eu... Balbuciei.
Ela arregalou os olhos e ligou a lanterna de seu celular, iluminando o ambiente. Sua atenção estava focada em minha ereção, ela foi tão rápida e eu estava tão lerdo que não tive tempo de esconder.
_Ainda é aquela história com o vibrador? Porra, pode conversar comigo se quiser.
_Não, claro que não. Não tem nada a ver com isso.
-Querido, já faz três dias que escuto você falar o nome da filha enquanto dorme. Sem falar que já percebi que você está muito estranho ultimamente. Não mente pra mim.
_Que é isso? Para de falar besteira. Ela é minha filha eu jamais...
Ela inclinou seu corpo para junto do meu, nossas faces ficaram bem próximas e ela soprou devagarzinho em meu ouvido:
-Eu não sou idiota... Já percebi que desde o dia do vibrador você está diferente. Já vi você olhando para a bunda de nossa filha algumas vezes essa semana. Diga a verdade: você anda fantasiando com ela, não é? Pode falar...
O jeito despojado e sincero de minha esposa tirou uma enorme carga de culpa de meus ombros, algo bem típico dela. Suas palavras me pareceram tão naturais que não vi mais necessidade de negar meus desejos.
-Desculpa, mas é que aquela história toda com o vibrador não saiu da minha cabeça... Confesso que isso tá me perturbando um pouco...
Ela sorriu e me lançou um de seus olhares fatais e depravados.
_Gostaria de ver nossa filhinha?
_Ver o quê?
_Gostaria de vê-la usando o vibrador? – Perguntou finalmente.
_Não, claro que não. Ela é minha filha, eu sou pai dela... – Gaguejei.
_Para com isso. Que frescura é essa?! Eu te conheço, ela pode ser nossa filha, mas é um mulherão. Se eu falar com ela, tenho certeza que ela topa.
Aquilo me pareceu tão imoral e obsceno que me assustou no primeiro momento.
_Não, não mesmo. Para com isso.
_Tudo bem então. Você é quem sabe... – Respondeu sem muito interesse, antes de se deitar novamente.
Aquela noite eu não consegui dormir e fiquei pensando na proposta. Imaginei inúmeras cenas em que minha filha se masturbava com aquele vibrador enquanto minha esposa e eu observávamos. Tinha muito de voyeurismo naquilo, mas era bem excitante. O tesão que sentia era tanto, que nem consegui pegar no sono.
Quando o relógio do criado mudo marcou seis da amanhã eu levantei para trabalhar. As palavras de minha esposa ainda estavam frescas na minha cabeça, não conseguia pensar em outra coisa. Então bati uma punheta enquanto tomava banho pensando que aquilo resolveria meu problema, mas eu me enganei. O desejo só aumentou.
No trabalho eu não conseguia me concentrar, estava inquieto e as pessoas ao meu redor notaram isso. “Tudo bem, senhor?” Perguntou minha secretária umas três vezes aquele dia.
Aquilo estava me consumindo, eu não conseguia aguentar. Quem eu queria enganar? Eu queria ver minha filha com aquele vibrador, estava morrendo de vontade. Precisava tomar uma providência antes que aquela pressão me matasse, então resolvi mandar uma mensagem para minha esposa.
“Amor, tá tudo bem aí em casa?”
“Está sim. Por quê? Aconteceu alguma coisa?”
“Não aconteceu nada. Mas sabe, eu estava pensando na conversa que tivemos ontem a noite...”
“Safado!! Rsrsrsrsrs...”
“Era sério aquilo?”
“Sim era. Você quer mesmo ver a filha?”
“Acho que sim... Mas será que ela topa?”
“Deixa que eu me resolvo com ela. Vou ver o que faço por aqui. Beijos, vejo você a noite.”
E assim terminou nossa troca de mensagens.
Passei o resto do dia bem elétrico e tenso. Não consegui esperar que a noite chegasse e antes das 6 da tarde eu já estava em casa.
Assim que entrei, percebi que as duas ficaram muito surpresas em me ver aquele horário.
_Aconteceu alguma coisa, pai?- Perguntou minha filha confusa.
_Não, filha, não aconteceu nada.
Observei mãe e filha me analisarem com certo espanto e confesso que isso me decepcionou. Será que minha esposa teria mudado de ideia? Será que minha filha não tinha aceitado a loucura da mãe? Essas perguntas me vieram à cabeça na medida em que percebi que as duas agiam com a maior naturalidade possível. Tudo parecia estar dentro do lugar naquela casa, tudo menos eu.
Então fui para meu quarto sem comentar nada.
Entenda, eu não tinha coragem de tocar naquele assunto com a minha esposa, uma coisa era falar com ela por mensagens de celular, outra completamente diferente era perguntar sobre um quase incesto pessoalmente. Imagine: “ei querida, nossa filha aceitou se masturbar na minha frente?” Seria um absurdo, então achei melhor não falar nada.
Tomei um banho e às 8 da noite minha esposa me chamou para jantar.
Minha filha estava com os cacheados cabelos molhados e usava uma blusinha de alça bem fina e decotada, que desenhava seus peitinhos de pera; já a saia era curtinha e deixava suas grossas coxas amostra. Ela estava mais bonita que o habitual, parecia que exalava uma aura sedutora e jovial que me enfeitiçava aos poucos.
_Não vai comer muito querido. – Falou minha esposa ao amarrar os cabelos assim que entrei na cozinha.
Minha filha estava muito sexy, mas a esposa a não ficava atrás dela em nada. Minha esposa podia não ser jovem como a filha, mas possuía a vitalidade de uma verdadeira fêmea. Ela usava sua camisola vermelha mais sensual e decotada, estava simplesmente fascinante e me fez perder a cabeça com o simples movimento de amarrar os próprios cabelos. Ver aqueles braços fortes mexendo na própria cabeça, revelando aquelas axilas bem depiladas e aqueles seios arrebitados me hipnotizou.
Contemplei aquelas duas mulheres lindas e sentei-me a mesa sem dizer nada.
Durante todo o jantar não falamos uma única palavra. Existia uma tensão forte no ar que nenhum de nós foi capaz de romper. E como os lábios não se abriram, foram os olhares que protagonizaram aquele momento. A filha me observava a cada garfada, mas abaixava a cabeça quando eu a encarava. Já sua mãe, me fitava e sorria, depois pairava seus olhares sobre a filha e a estudava, às vezes minha filha revidava, e parecia que as duas conversavam através dos olhares. Naquele momento eu tive quase certeza que alguma coisa bem estranha estava prestes a acontecer e meu coração começou a acelerar enquanto minha boca secava.
_Mãe... Não quero mais comer. Vou pro meu quarto, tudo bem? – Perguntou a filha, rompendo o silêncio.
_Tudo bem querida, pode esperar a gente lá em cima. – Respondeu a mãe.
Esperamos nossa filha subir as escadas pacientemente e assim que escutamos a porta do seu quarto se fechar, minha esposa se virou para mim:
_Falei com ela. - E me explicou com um sorriso maroto.
_Confesso que ela ficou bem assustada no início, mas aceitou sim. Mas escute, não pode ser de qualquer jeito...
_Como assim? – Perguntei impaciente.
_Olha, preciso que você entenda uma coisa primeiro. Nós ficamos muito próximas nos últimos meses, sabe? Viramos quase que melhores amigas uma da outra, depois eu te explico melhor como tudo isso começou, mas saiba que o lance do vibrador não aconteceu do nada. Ele foi resultado de muita conversa entre nós.
_Imaginei que vocês duas estavam “bem próximas” mesmo. – Falei da forma mais cínica que pude.
_Não é o que você está pensando, safado. Sorriu ela.
_Mas como eu já disse, nós viramos melhores amigas uma da outra, e você sabe que melhores amigas conversam sobre tudo, tudo mesmo.
_Seja mais direta.
_Tá, tudo bem... Nós duas conversamos muito sobre sexo e falei detalhes de nossa vida sexual, ela ficou curiosa e um dia eu a convidei para nos espionar.
_O quê? Tá dizendo que ela já nos viu transando?
_Sim. Já deixei a porta do nosso quarto entreaberta enquanto nós transavamos, fiz isso umas três vezes. Também contei sobre a reação que você teve quando encontrou o vibrador e ela achou engraçado.
Pronto! Aquela era a prova cabal de que o mundo era muito mais do que existia na superfície. Aquilo tudo estava acontecendo dentro de minha própria casa e diante de meus olhos, como eu não havia percebido? Mãe e filha conspiravam e guardavam segredos... Aquela revelação me fez ficar ainda mais nervoso.
_Por que você nunca me contou nada? – Perguntei.
_Um dia pretendia te contar, mas queria achar o momento certo. Mas agora escuta... – Ela sorriu e respirou bem fundo, depois passou a língua pelo lábio superior e finalmente falou. – Perguntei para ela se não queria nos ver transando dentro do quarto, falei também que ela poderia usar o vibrador se sentisse vontade. Já que ela se masturba vendo filmes eróticos, ela poderia se masturbar vendo sexo ao vivo.
-E ela topou?
-Já disse que sim. Agora depende de você. Topas?
Tremi da cabeça aos pés. Se quisesse continuar com aquilo teria que transar com a minha esposa na frente de nossa filha. Aquilo era tão errado e surreal, mas ao mesmo tempo era tão excitante.
Eu já estava muito imerso naquela história para voltar atrás e acenei que sim com a cabeça.
Sem perder tempo, ela me pegou pela mão e me levou até o quarto de nossa filha. Quando chegamos lá, nossa filha estava sentada na cama. Ela nos olhou meio envergonhada e baixou a cabeça. Minha esposa tomou a iniciativa e me pediu para que eu sentasse ao lado da fila. Obedeci, mas ao sentar-me ao lado de minha princesa um sentimento de preocupação e culpa começou a invadir meu peito.
-Filha, querida... Você tem certeza que quer fazer isso? Digo... Não queremos te pressionar... – Falei, gaguejando e tremendo muito.
Foi quando minha filha me surpreendeu. Ela segurou em uma de minhas mãos e a apertou forte, depois se aproximou e me deu um beijo no rosto.
_Tudo bem pai... Já conversei com a mamãe. Eu quero sim. Só estou um pouco nervosa igual ao senhor. – Falou ela com um sorriso bem carinhoso. Seu rosto era lindo.
_Acho que podemos começar. – Interrompeu minha esposa. Ela ainda continuava de pé, bem na minha frente.
_Acho que posso me livrar disso.
Minha esposa sensualmente removeu a camisola e a arremessou longe. Seu corpo grande ficou nu, e como sempre, estava delicioso. Ele é escultural e tem certa dose de músculos em suas formas, e seus seios médios e empinados em conjunto de seu grande quadril deixa qualquer um louquinho de tesão.
-Nossa mãe. A senhora é linda. – Exclamou a filha.
_Obrigada, filha. Mas você sempre me diz isso. – Respondeu a mãe toda orgulhosa do próprio corpo.
_Vou começar chupando o teu pai, tudo bem pra você?
_Tudo bem.
Minha esposa caiu de joelhos, tirou meu pau para fora e começou a acariciá-lo. Eu estava muito surpreso com toda aquela desenvoltura dela na frente de nossa filha, era como se as duas já compartilhassem uma sintonia fora do comum.
O olhar de minha filha no boquete entusiasmado da mãe me disse tudo. As pálpebras bem arregaladas e sua boca aberta mostrava a surpresa que ela sentia ao ver os lábios de sua mãe cobrindo meu mastro. Tive até a impressão que ela se contorceu um pouco. Minha esposa não era a única que estava dominada pela luxúria, todos nós estávamos.
-O que você acha? Você gosta de me ver chupando o seu pai? – Perguntou, enquanto segurava firme meu pau.
Minha filha hesitou por um momento, estava nervosa...
_Sim, eu gosto de ver...
_Agora quero que veja seu pai transando comigo. Ela tinha um olhar perplexo no rosto. Um olhar que transmitia o quão errado e erótico era aquilo, um olhar que parecia não acreditar que ela finalmente tinha chegado o mais próximo possível do sexo dos próprios pais. E eu me sentia da mesma forma. Nunca, nem em meus sonhos mais depravados eu poderia imaginar uma coisa daquelas. Meu lado racional clamava para que aquilo não prosseguisse, mas eu estava tão excitado que não consegui parar. Nenhum de nós conseguiu, mesmo se realmente quiséssemos. Naquele momento eu não podia voltar atrás, eu foderia minha esposa na frente de nossa filha.
Minha esposa retirou sua calcinha e sua buceta com os pelinhos aparados ficou despida. Depois se deitou na cama, ao lado da filha, e abriu bem as parrudas pernas.
_Permita-me. – Disse minha esposa, guiando meu pau inchado até sua buceta. Ela até usou os dedos para separar os lábios de sua buceta buscando que eu entrasse com mais facilidade. Mas como não entraria? Ela estava encharcada.
Assim que penetrei minha esposa, soube imediatamente porque ela insistiu tanto que eu embarcasse naquela aventura louca com nossa filha. Sua intenção não era me mostrar usando o vibrador, mas sim mostrar o sexo entre nós dois. Ela queria se exibir e viver aquele tabu proibido de fuder na frente da própria filha. Eu podia sentir o quão molhada minha esposa estava enquanto entrava e saia de dentro dela, fazia anos que não a via naquele estado. E quando ela percebeu que sua filha observava com muito interesse seu corpo nu e seus seios balançarem devido aos movimentos, ela arregalou os olhos e desferiu um prolongado gemido que ocupou todo o quarto.
_Vem cá filha. – Gemeu, puxando a filha pelos cabelos para junto de si.
_Mas mãe... Papai tá vendo. – Ela estava nervosa.
_Ele vai descobrir mais cedo ou mais tarde mesmo... – Sussurrou Amanda antes de selar os lábios da própria filha com um molhado beijo Francês.
Finalmente minhas teorias se mostraram verdadeiras. Mãe e filha estavam se beijando na boca. Era o incesto real, uma antítese artística; mãe e filha, a milf e a ninfeta, mas ambas de beleza admirável e corpos sedutores. Presenciar aquela cena foi demais e não aguentei continuar bombando e descarreguei uma poderosa carga de esperma no ventre de minha esposa, antes de desmoronar.
O beijo incestuoso ainda estava acontecendo quando minha filha se adiantou e apalpou os macios seios de sua mãe. Não com força, mas com muita delicadeza, ela beliscou de leve os mamilos e atolou suas mãos na carne inchada, fazendo a mãe tremer. Minha esposa ofereceu um dos seios à filha, que engoliu um seco e respirou fundo antes de se inclinar e chupar os gloriosos mamilos perfeitos da mãe.
_Tira a roupa, querida. – Disse a mãe ao tentar levantar a blusa da filha.
Em questão de segundos, minha filha retirou toda a roupa e ficou pelada. Sua beleza era conjuntural, ela tinha curvas prodigiosas como a mãe, porém com muito menos carne sobre o corpo e muito mais jovialidade sobre as saliências. Sua bucetinha era bem aparada e seus seios uma maravilha de deleite.
Ela se deitou no meio da cama e se enrolou em posição fetal ao lado da mãe. Ela gesticulou para que a mãe fizesse o mesmo, só que em direção oposta. A cabeça de minha filha ficou bem no nível do mamilo da mãe, que deu uma investida, estava a poucos centímetros do mamilo da filha. Estava na cara que as duas já tinha feito aquilo outras vezes.
A mãe assentiu e se inclinou para lamber gentilmente o mamilo direito da filha, fazendo ela gemer de prazer. Inclinando a cabeça um pouco mais, a mãe guardou o seio em sua boca quente e úmida e apertou os lábios ao redor da sensível bola de carne.
Em resposta, minha a fechou os olhos e jogou os cabelos para trás enquanto se ajustava ao imenso prazer que sentia em ter uma das mamas na boca da mãe. Minha filha também tomou uma atitude e catou um dos seios da mãe com os lábios.
Enquanto elas se chupavam com toda aquela vontade, eu observava aquela cena com grande admiração. Era nítida a sede que a filha sentia pelo corpo de sua mãe, minha filha brincava e metia a boca como uma esfomeada, parecia querer sugar cada gota do néctar do seio que outrora havia lhe amamentado.
_Filha, querida, vem cá. – A mãe falou, se reposicionando por cima da filha.
_Abra as pernas.
A filha levantou a perna esquerda e colocou o pé sobre a cama, dobrando o joelho. Sua bucetinha foi ostentada completamente. Com a mão direita, a mãe estendeu a mão para segurar a vulva da filha. Os dedos descansaram pelo clitóris e levemente escorram até a entrada de sua xana. Depois de provocar por um momento, ela enterrou fundo dois dedos seus e começou a fazer movimentos circulares com a mão, para que o clitóris e a buceta de nossa filha fossem igualmente estimulados. A rotação de seus dedos, ajudaram nossa filha a se libertar e começar a gemer.
_Tá gostando do show, querido? – Perguntou minha esposa
_Sim, estou. Pelo visto não é a primeira vez que isso acontece... – Respondi ainda meio zonzo com tudo o que estava acontecendo.
A mãe colocou mais uma vez um dos seios da filha na boca, o sugou e depois o cuspiu.
- Que tal realizar agora aquela sua fantasia? – Sugeriu minha esposa. – Olha, suas pernas já estão abertas prontas pra te receber.
_O quê? – Perguntou minha filha assustada.
Eu estava nervoso e paralisei por um momento.
_Já te contei que seu pai anda sonhando com você toda a noite, desde o dia do que achou o vibrador. Ele fala seu nome enquanto dorme e acorda de pau duro. Ele te quer, querida.
A bucetinha dela foi uma das coisas mais bonitas que já na vida. Era carnuda e bem fechadinha. Como um vibrador daquela envergadura conseguia entrar naquela abertura sem fazer estragos?
_Pai, se o senhor quiser...
Minha filha arreganhou ainda mais as pernas quando me aproximei para penetrá-la pela primeira vez. Ela me observou com os olhos serrados, estava ofegante, mas tenho certeza que ela conseguiu me ver subir na cama e posicionar meu pau duro na entrada de sua buceta apertada.
-Uhummmmmm... – Ela gemeu quando encostei meu mastro na entrada da sua buceta molhada.
Entrei com facilidade, ela não ofereceu resistência e me acolheu com o calor de uma amante. Estava encharcada e sua maciez me guardou dentro de si com grande delicadeza. Minha filha se contorcia toda, revirava os olhos e tremia seu lindo corpinho, gemia fora de controle. Parecia um ato involuntário e aquilo me assustou, por isso parei um pouco e fiquei observando ela rebolar em meu cacete.
-O que está esperando, querido? Vai deixar a menina morrendo de vontade? Que cruel da sua parte. – Falou minha esposa, antes de se inclinar para mamar nos seios da filha.
Então eu comecei a consumi-la. Entrando e saindo, comendo sua buceta com muita avidez, enquanto sua mãe seguia sugando seus mamilos. A filha gemia alto e serpenteava o corpo, as vezes urrava como um animal sendo abatido. Em dado momento, sua mãe se levantou e se sentou no rosto da filha e Alexia passou a chupá-la.
Estávamos conectados como nunca, nós três envolvidos em um ménage proibido e cheio de desejos. Saboreando nossos sexos e trocando prazer em família. Naquela noite, minha filha cavalgou em mim enquanto sua mãe beijava sua boca; depois as duas trocaram de lugar e foi à vez da mãe mostrar para a filha como deveria sentar em um cacete de forma imponente. Mais tarde comi as duas de quatro e de ladinho, revezando entre as duas bucetas. Gozei em cima da barriga de minha filha quando não consegui mais aguentar.
-E aí, o que achou querida? – Perguntou minha esposa para a filha. Nós três agora estávamos deitado na cama, com os corpos suados e descansando os músculos. Mãe e filha estavam abraçadas, minha filha apoiava a cabeça sobre os seios da mãe, enquanto essa passava gentilmente uma das mãos pelas costas da filha.
-Adorei. Foi melhor do que eu imaginava. – Respondeu com um sorriso.
-Está bem, agora vamos tomar um banho. – Interrompeu minha esposa. – Não quero deitar em minha cama com o corpo melado de suor.
As duas se beijaram apaixonadamente e depois saíram do quarto de mãos dadas. Enquanto eu fiquei ali, pensando em tudo o que tinha acontecido e tentando aceitar a transgressão que tínhamos acabado de cometer. Fiquei olhando para o teto por alguns segundos, depois percorri as paredes e os objetos – muitos deles tinham sido comprados por mim. – e finalmente minha atenção chegou a estante que ficava do lado direito e foi lá que vi o vibrador de minha esposa. Ele estava ali, parecia inocente diante de tudo que tinha acontecido; imaculado. De repente lembrei-me do dia em que o encontrei e de como tudo começou e deixei escapar um leve sorriso.
-Pai? O senhor não vem? – Disse minha filha ao entrar no quarto. Ela continuava nua. Ela percebeu para onde eu olhava e também sorriu. Pegou o vibrador e o balançou em uma das mãos. – Vamos tomar banho, depois, prometo usar para o senhor ver. Tudo bem?
E assim ela me deu um selinho na boca, pegou minha mão e me arrastou até o banheiro.
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